Administração de Transição

As readequações não significativas são ajustes preponderantemente dentro das leis de compensações. As readequações aqui tratadas, são as indicadas para eliminar o  peso maior das desvantagens sobre as vantagens. Nessas condições a instituição está comprometida. Por isso, sua escala de programas, com  qualidade satisfatória, deve ser readequada até o nível do restabelecimento da sua saúde econômico-financeira de perenidade. Em tais circunstâncias, geralmente, as readequações e\ou expansões, horizontais e\ou  verticais não devem atenuar os níveis de programas observados. A trajetória de transformações da situação-atual - sob recursos desbalanceados, inadequados e desarticulados - na de recursos otimizados, determina que os posicionamentos sejam convergentes para a situação de recursos otimizados. Assim, implementam-se soluções parciais quando podem integrar as definitivas.

 

Em outras palavras, as pressões inerentes ao dia-a-dia da situação atual não devem mutilar a situação de recursos otimizados.

 

Por isso, as ações resolutivas de execução devem ser confiadas a pessoas distintas. Uma dirige a situação-atual e a outra as ações resolutivas de transformação, visando a situação-otimizada.

 

Os possíveis desvios de enfoques, entre ambas, devem ser alvos de soluções de compromissos deliberados na administração superior.

 

Assim, todo o tempo e o tempo todo, implementam-se ações resolutivas na situação-atual adequadamente articuladas com à de recursos otimizados.

 

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